quinta-feira, 19 de julho de 2007

Batoteiros e vigaristas impunes

Leiam aqui quem é que beneficiou das trafulhices feitas com as acções do Benfica.
Aquilo é um clube de batoteiros.
Queixam-se muito da batota que o Porto faz com os árbitros dentro das quatro linhas, para verem se passa despercebida a batota que fazem com os negócios da SAD deles, adulterando a sã concorrência.
E, já agora, era bom saber-se onde é que eles foram arranjar grana para comprar jogadores, se não ganharam dinheiro em vendas e a sua gestão é deficitária.

3 comentários:

  1. Esta questão põe a nú o que é a noção de "marca", sobre a qual falei uns posts atrás. E assinala também a diferença que existe entre um clube como, por exemplo, o MU (sobre o qual também falei recentemente) e este de cujo nome, nem mesmo lendo-o (ó Raul também vais ser castigado...), me consigo lembrar.
    Os membros desse clube vão assistir, alegres e intoxicados, como é seu timbre, ao seu desaparecimento seja porque o terramoto poderá surgir inveitável, seja porque uma nova realidade, com mais ou menos olhos em bico se venha a instalar...

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  2. O link dá para uma página que já não está disponível. O que dizia? Obrigado.

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  3. Creio que o blog está em baixo. Mas, com a devida vénia tomo a liberdade der reproduzir aqui o post de autoria do Batebola...

    A OPORTUNIDADE DA OPA

    Três grandes figuras do Benfica ficaram “entaladas” com uma boa percentagem de acções da SAD do Benfica e os bancos já andavam a pressionar porque havia contas para pagar e bens que avalizavam a “pasta” dispendida.
    Com tantos sobressaltos e sem soluções que viabilizassem a venda das acções e ainda por cima com estas a caírem na bolsa todos os dias, alguém se lembrou de um golpe de génio.
    Inventa-se uma OPA e pode ser que resulte. E resultou. Logo no primeiro dia da suposta OPA, as tais três figuras do Benfica (nenhum delas foi o Berardo) aproveitaram o balanço e saldaram as contas com os bancos. Despacharam tudo.
    Dois dias depois juntaram-se todos num local em Lisboa que até sei onde foi, para festejarem o negócio. Depois era para vir o tal chinês, mas foi só folclore.
    Este negócio fez-me lembrar quando o Joaquim Oliveira comprou as acções da PT Multimédia com a ajuda do sempre amigo ministro Pina Moura e depois também houve festejo. Só não sei se foi na Rua do Guímaro ou se já foi na Rua das Antas.

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