O site do SCP publica uma entrevista com o Presidente da Mesa da AG.
Nela ficámos a saber que está marcada uma nova Assembleia Geral para o dia 13 próximo no auditório do Estádio e que se trata da Assembleia ordinária, estatutariamente instituida para aprovação da proposta de Orçamento.
Lá estaremos.
Ficámos ainda a saber que terá sido necessário trabalhar rápida e afincadamente para poder aprovar esta proposta de Orçamento.
Ou, por outras palavras e segundo o senhor Presidente da Mesa da AG, tudo isto resulta de:
1) "Uma actividade muito intensa (...)," e de
2) "Um excelente trabalho de recuperação e muito rápido, feito pelo Conselho Directivo."
Mostra-se pródigo e pressuroso em dispensar elogios ao Conselho Directivo, o Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sporting!
Contudo, tendo em conta as intenções manifestas pelo presidente do Conselho Directivo, durante as eleições e na AG que se lhe seguiu, não se imagina como teria sido possível trabalhar de outra forma. A menos que essas intenções fossem mesmo só para caçar votos...
sexta-feira, 30 de junho de 2006
quarta-feira, 28 de junho de 2006
Nota de boas vindas
Ao novo membro do KL Leão Verde. Estamos em fase de fortalecimento e queremos mais!
E, já agora, queremos também ver alguns membros de outros blogs e comentadores de volta: que é feito de vocês, Alex, Rui, etc?
E, já agora, queremos também ver alguns membros de outros blogs e comentadores de volta: que é feito de vocês, Alex, Rui, etc?
domingo, 25 de junho de 2006
Nota positiva
Uma nota rápida, apenas, para assinalar a conquista esta época de todos os títulos nos escalões de formação de futebol e a dobradinha alcançada no futsal.
Parabéns aos atletas e técnicos.
Uma comemoração viva dos Cem Anos, não tutelada por qualquer comissão ou conselho de notáveis...
Parabéns aos atletas e técnicos.
Uma comemoração viva dos Cem Anos, não tutelada por qualquer comissão ou conselho de notáveis...
quinta-feira, 15 de junho de 2006
A entrevista de FSF ao jornal Sporting
Leitura inevitável (vigilância democrática oblige…), lá tive de ver a entrevista com FSF publicada no último jornal Sporting. Comecei por me confrontar com a paginação confusa (pela solução gráfica mais pareciam três ou quatro entrevistas com outros tantos presidentes diferentes…), mas acabei por conseguir, finalmente, extrair uma conclusão do peculiar documento.
O conteúdo da entrevista condiz afinal com a paginação confusa. A entrevista de FSF é uma miséria! Não diz nada! As declarações não passam do lugar comum ou, na melhor das hipóteses, de conversa redonda para adormecer o leitor. Acham que estou a exagerar?! Reparem, por exemplo, nas afirmações relativas à célebre questão da venda do património... Diz FSF, a propósito deste assunto, que “até agora, apenas temos registo do interesse manifestado por alguns investidores.” De seguida, refere que “o mais interessante para nós seria (…) uma venda global mas não temos a garantia ainda dessa possibilidade.” Mais adiante diz que lhe “parece mais provável a venda parcelada, até porque será mais rentável para o Clube.” Para, finalmente, concluir que, “se aparecer uma proposta global atraente, ela não deixará de ser devidamente considerada.”
Então afinal em que ficamos? O mais interessante é a venda global? Ou o mais interessante é a venda parcelar? E, se surgir de facto a hipótese de venda parcelar, o mais interessante continua a ser a venda global? Ou não? Porque é mais rentável? Ou antes pelo contrário? Ficamos sem perceber… Para rematar, e em jeito de conclusão sobre este ponto, FSF tem o cuidado de acalmar os sportinguistas “que, naturalmente, se manifestaram peocupados com todo este processo” porque aquele clube de que nunca me lembro o nome (com um campo ali à frente do Colombo) e o Porto também venderam património! Já estou, de facto, muito mais descansado...
As declarações de FSF continuam nesta toada, entre a marcha atrás, a poeira para os olhos e a frase enigmática. Sobre o Pavilhão? “É uma questão séria (…) e temos tido algumas aproximações e contactos no sentido de nos serem facultadas ideias para desenvolver o projecto” (sic!) Sobre as modalidades? “A prioridade é fazer do Sporting um projecto desportivo. Há que apostar nitidamente no futebol, a modalidade-rainha.” Sobre o atletismo? O Estado que pague... Sobre os Núcleos? “Estou interessado na dinamização do universo verde e branco. (Mas) os Núcleos para merecerem (!) a receptividade, o carinho e a motivação do Clube, têm de ser mais pro-activos (sic!) com o Clube." Sobre a venda de jogadores? “Temos de provar a nós próprios que estamos no rumo certo.”
Pelo meio, ao jeito de um antigo primeiro ministro português, FSF advoga o eSporting porque já até os seus pais usam computador (os 48% de iliterados funcionais portugueses agradecem o desvelo...); afirma o seu empenho na luta contra a corrupção no futebol (vamos ver, vamos ver...) e reclama para o Clube, em triunfo e com pompa, o lugar que lhe compete “nos centros de decisão do futebol nacional.”
A oposição, diz FSF, não mostrou alternativas. Estamos a ver as "alternativas" que a direcção actual tem para o Clube...
A manchete do jornal Sporting diz: “Radiografia do novo Sporting”… Onde está o novo Sporting nesta entrevista é questão que teremos, certamente de clarificar em entrevistas futuras porque desta feita ainda não conseguimos descobrir onde reside a novidade… De novo, de novo há (temos de reconhecê-lo!) um nunca visto festival de trivialidades!! Nem o bigodes...
O conteúdo da entrevista condiz afinal com a paginação confusa. A entrevista de FSF é uma miséria! Não diz nada! As declarações não passam do lugar comum ou, na melhor das hipóteses, de conversa redonda para adormecer o leitor. Acham que estou a exagerar?! Reparem, por exemplo, nas afirmações relativas à célebre questão da venda do património... Diz FSF, a propósito deste assunto, que “até agora, apenas temos registo do interesse manifestado por alguns investidores.” De seguida, refere que “o mais interessante para nós seria (…) uma venda global mas não temos a garantia ainda dessa possibilidade.” Mais adiante diz que lhe “parece mais provável a venda parcelada, até porque será mais rentável para o Clube.” Para, finalmente, concluir que, “se aparecer uma proposta global atraente, ela não deixará de ser devidamente considerada.”
Então afinal em que ficamos? O mais interessante é a venda global? Ou o mais interessante é a venda parcelar? E, se surgir de facto a hipótese de venda parcelar, o mais interessante continua a ser a venda global? Ou não? Porque é mais rentável? Ou antes pelo contrário? Ficamos sem perceber… Para rematar, e em jeito de conclusão sobre este ponto, FSF tem o cuidado de acalmar os sportinguistas “que, naturalmente, se manifestaram peocupados com todo este processo” porque aquele clube de que nunca me lembro o nome (com um campo ali à frente do Colombo) e o Porto também venderam património! Já estou, de facto, muito mais descansado...
As declarações de FSF continuam nesta toada, entre a marcha atrás, a poeira para os olhos e a frase enigmática. Sobre o Pavilhão? “É uma questão séria (…) e temos tido algumas aproximações e contactos no sentido de nos serem facultadas ideias para desenvolver o projecto” (sic!) Sobre as modalidades? “A prioridade é fazer do Sporting um projecto desportivo. Há que apostar nitidamente no futebol, a modalidade-rainha.” Sobre o atletismo? O Estado que pague... Sobre os Núcleos? “Estou interessado na dinamização do universo verde e branco. (Mas) os Núcleos para merecerem (!) a receptividade, o carinho e a motivação do Clube, têm de ser mais pro-activos (sic!) com o Clube." Sobre a venda de jogadores? “Temos de provar a nós próprios que estamos no rumo certo.”
Pelo meio, ao jeito de um antigo primeiro ministro português, FSF advoga o eSporting porque já até os seus pais usam computador (os 48% de iliterados funcionais portugueses agradecem o desvelo...); afirma o seu empenho na luta contra a corrupção no futebol (vamos ver, vamos ver...) e reclama para o Clube, em triunfo e com pompa, o lugar que lhe compete “nos centros de decisão do futebol nacional.”
A oposição, diz FSF, não mostrou alternativas. Estamos a ver as "alternativas" que a direcção actual tem para o Clube...
A manchete do jornal Sporting diz: “Radiografia do novo Sporting”… Onde está o novo Sporting nesta entrevista é questão que teremos, certamente de clarificar em entrevistas futuras porque desta feita ainda não conseguimos descobrir onde reside a novidade… De novo, de novo há (temos de reconhecê-lo!) um nunca visto festival de trivialidades!! Nem o bigodes...
terça-feira, 6 de junho de 2006
Artigo de Vital Moreira
O doutor Vital Moreira escreve hoje no Público um artigo que considero de enorme importância, intitulado "O défice democrático da sociedade civil."
Aconselho a todos os que acompanham o KL que o leiam.
No que ao KL diz respeito, o artigo trata de matéria que já aqui falámos por diversas vezes. Matéria que está afinal no cerne do movimento que lançámos em torno do "Manifesto: Sporting uma história com futuro".
Resumidamente, o que Vital Moreira afirma --em meu entender com toda a razão-- é que certas instituições têm em Portugal um enorme poder (económico, social ou outro) e representatividade, delas fazem parte dezenas ou centenas de milhar de membros ou associados, muito dispersos geograficamente, mas a sua organização e o seu funcionamento democrático deixam muito a desejar.
Citando uma sugestão recente do presidente de uma dessas instituições, o Montepio Geral, pergunta VM: "e se organizações com dezenas de milhares de associados, espalhados por todo o país (como é o caso do Sporting, acrescento eu), tivessem uma assembleia representativa de todos seus membros, com um mandato plurianual, eleita numa base regional, com um funcionamento regular, em vez das assembleias gerais anuais, em que participam umas escassas dezenas ou centenas dos seus membros?"
Essa a questão central do nosso Manifesto (espero que depois do doutor Vital Moreira ter abordado esta questão a nossa proposta possa ser discutida mais seriamente...) que gostaríamos de ver debatida e em torno da qual gostaríamos de criar um verdadeiro movimento de renovação do Clube. O Sporting é mais que o futebol e a sua influência não se exerce apenas, nem se esgota ao domingo.
Voltaremos ao assunto, assim o espero. Entretanto, tentem apanhar o jornal se não o compram habitualmente.
Aconselho a todos os que acompanham o KL que o leiam.
No que ao KL diz respeito, o artigo trata de matéria que já aqui falámos por diversas vezes. Matéria que está afinal no cerne do movimento que lançámos em torno do "Manifesto: Sporting uma história com futuro".
Resumidamente, o que Vital Moreira afirma --em meu entender com toda a razão-- é que certas instituições têm em Portugal um enorme poder (económico, social ou outro) e representatividade, delas fazem parte dezenas ou centenas de milhar de membros ou associados, muito dispersos geograficamente, mas a sua organização e o seu funcionamento democrático deixam muito a desejar.
Citando uma sugestão recente do presidente de uma dessas instituições, o Montepio Geral, pergunta VM: "e se organizações com dezenas de milhares de associados, espalhados por todo o país (como é o caso do Sporting, acrescento eu), tivessem uma assembleia representativa de todos seus membros, com um mandato plurianual, eleita numa base regional, com um funcionamento regular, em vez das assembleias gerais anuais, em que participam umas escassas dezenas ou centenas dos seus membros?"
Essa a questão central do nosso Manifesto (espero que depois do doutor Vital Moreira ter abordado esta questão a nossa proposta possa ser discutida mais seriamente...) que gostaríamos de ver debatida e em torno da qual gostaríamos de criar um verdadeiro movimento de renovação do Clube. O Sporting é mais que o futebol e a sua influência não se exerce apenas, nem se esgota ao domingo.
Voltaremos ao assunto, assim o espero. Entretanto, tentem apanhar o jornal se não o compram habitualmente.
Ser socio do Sporting
O nosso colega Ofensiva 1906, cita uma afirmação de FSF (ver aqui o post), segundo a qual para ser sócio do Sporting não bastaria ter paixão, seria necessário ter alguma capacidade económica.
A afirmação citada, por acaso, foi feita na AG de 6a feira passada a propósito da questão do aumento do número de de sócios, das quotizações, etc.
Agradeço ao Ofensiva não ter deixado passar esta questão em claro e aproveito para dar algumas achegas...
Aqui está matéria que merece, de facto, um debate profundo. Aqui está, mesmo, um assunto que mereceria, em minha opinião, um referendo no Sporting!
A afirmação espelha um conceito de Sporting e um conceito de gestão de Sporting.
Talvez o dr. Rogério Alves queira fazer o favor de promover esse referendo... (ele mostrou-se aberto à discussão, dizendo que convocaria as AG's que fossem necessárias para debater os assuntos que fosse necessário debater, e não virará, certamente, em nome da democracia leonina, as costas a um debate desta natureza...)
O tema da AG, apresso-me a sugeri-lo desde já: "SCP: SPORTING CLUBE PRIVADO ou SPORTING CLUBE DE PAPALVOS?"
Voltaremos a esta matéria, seguramente...
A afirmação citada, por acaso, foi feita na AG de 6a feira passada a propósito da questão do aumento do número de de sócios, das quotizações, etc.
Agradeço ao Ofensiva não ter deixado passar esta questão em claro e aproveito para dar algumas achegas...
Aqui está matéria que merece, de facto, um debate profundo. Aqui está, mesmo, um assunto que mereceria, em minha opinião, um referendo no Sporting!
A afirmação espelha um conceito de Sporting e um conceito de gestão de Sporting.
Talvez o dr. Rogério Alves queira fazer o favor de promover esse referendo... (ele mostrou-se aberto à discussão, dizendo que convocaria as AG's que fossem necessárias para debater os assuntos que fosse necessário debater, e não virará, certamente, em nome da democracia leonina, as costas a um debate desta natureza...)
O tema da AG, apresso-me a sugeri-lo desde já: "SCP: SPORTING CLUBE PRIVADO ou SPORTING CLUBE DE PAPALVOS?"
Voltaremos a esta matéria, seguramente...
sexta-feira, 2 de junho de 2006
E agora?
Numa Assembleia Geral caracterizada pela mediocridade generalizada das intervenções, 76% dos presentes disse sim à proposta da Direcção.
Vamos então ver agora o que se vai passar.
Das duas uma: ou a proposta aprovada prova ser um sucesso, ou não. Se for um sucesso, isso quererá dizer que o Sporting vai ter uma magra margem de manobra e uma pequena folga para minorar os males de que padece. Se a proposta se revelar um insucesso --seja porque não há interessados, seja porque o património é vendido abaixo do valor, seja, finalmente, porque não aparecerem propostas que garantam a venda dentro ou acima dos valores aunciados-- cá estaremos para pedir contas aos responsáveis (Conselho Leonino, Direcção, etc)...
Várias conclusões se podem tirar desta reunião magna de Sportinguistas.
- Nenhum problema de fundo do Sporting se vai resolver com esta fixação obsessiva nesta solução monotemática.
- Nenhuma solução alternativa foi mínima e seriamente tida em consideração.
- Não há nenhum programa de fundo que complemente esta manobra de carácter extraordinário. Há ideias, avulsas, mal enjorcadas, mas aos sócios não foi apresentada nem uma linha de um programa de fundo estruturado e credível, que proporcione o necessário complemento a este acto irrepetível.
- A divisão entre os Sportinguistas é uma realidade. O fosso pode cavar-se ainda mais.
- Continua por esclarecer a razão pela qual vamos agora procurar vender o que nos foi apresentado como sendo a panaceia para todos os males do Sporting.
- Continuam por esclarecer os casos suspeitos --por diversas vezes levantados e suficientemente graves para exigirem até mais do que um simples esclarecimento, embora nem esse tenha sido feito-- de conflitos de interesses e de venda não autorizada de património envolvendo Direcções ou elementos ligados a Direcções anteriores.
- O fracasso do projecto Roquette foi hoje, finalmente, assinado por todos.
- E os culpados continuam solteiros...
Alea jacta est!
PS- Uma nota positiva para o Presidente da Mesa da AG. A forma como conduziu os trabalhos merece o meu aplauso. Apesar das exuberantes manifestações do Presidente da Direcção, soube mostrar que quem conduz o orgão máximo do Sporting Clube de Portugal é o Presidente da Mesa da AG...
Vamos então ver agora o que se vai passar.
Das duas uma: ou a proposta aprovada prova ser um sucesso, ou não. Se for um sucesso, isso quererá dizer que o Sporting vai ter uma magra margem de manobra e uma pequena folga para minorar os males de que padece. Se a proposta se revelar um insucesso --seja porque não há interessados, seja porque o património é vendido abaixo do valor, seja, finalmente, porque não aparecerem propostas que garantam a venda dentro ou acima dos valores aunciados-- cá estaremos para pedir contas aos responsáveis (Conselho Leonino, Direcção, etc)...
Várias conclusões se podem tirar desta reunião magna de Sportinguistas.
- Nenhum problema de fundo do Sporting se vai resolver com esta fixação obsessiva nesta solução monotemática.
- Nenhuma solução alternativa foi mínima e seriamente tida em consideração.
- Não há nenhum programa de fundo que complemente esta manobra de carácter extraordinário. Há ideias, avulsas, mal enjorcadas, mas aos sócios não foi apresentada nem uma linha de um programa de fundo estruturado e credível, que proporcione o necessário complemento a este acto irrepetível.
- A divisão entre os Sportinguistas é uma realidade. O fosso pode cavar-se ainda mais.
- Continua por esclarecer a razão pela qual vamos agora procurar vender o que nos foi apresentado como sendo a panaceia para todos os males do Sporting.
- Continuam por esclarecer os casos suspeitos --por diversas vezes levantados e suficientemente graves para exigirem até mais do que um simples esclarecimento, embora nem esse tenha sido feito-- de conflitos de interesses e de venda não autorizada de património envolvendo Direcções ou elementos ligados a Direcções anteriores.
- O fracasso do projecto Roquette foi hoje, finalmente, assinado por todos.
- E os culpados continuam solteiros...
Alea jacta est!
PS- Uma nota positiva para o Presidente da Mesa da AG. A forma como conduziu os trabalhos merece o meu aplauso. Apesar das exuberantes manifestações do Presidente da Direcção, soube mostrar que quem conduz o orgão máximo do Sporting Clube de Portugal é o Presidente da Mesa da AG...
quinta-feira, 1 de junho de 2006
Bela capa tem o Record
Boas notícias, companheiros,Depois da alegria que constituiu para muitos de nós a contratação do Fernando Santos para o comando técnico dos coisos, eis que se definem os seus objectivos para a próxima época.
Na capa do Record de hoje, aparece em letras garrafais e entre aspas a citação "Comigo não há grupos".
Ficamos todos muito mais descansados por saber que este ano na Champions para eles não há grupos, o que quer dizer que se ficam pela pré-eliminatória.
Ah ah ah ah ah ah ah ah ah
terça-feira, 30 de maio de 2006
Estamos atentos
Estamos atentos e estamo-nos a preparar para o que se afigura ser mais um episódio triste desta saga Sportinguista. Refiro-me à próxima AG, marcada para o próximo dia 2.
Pergunta #1: alguém sabe aonde irá decorrer?
Pergunta #2: será normal chegarmos às vésperas da AG, uma reunião magna e soberana do SCP, sem saber o local onde esta se irá realizar?
Ou fui eu que perdi aqui algum pormenor...?
Pergunta #1: alguém sabe aonde irá decorrer?
Pergunta #2: será normal chegarmos às vésperas da AG, uma reunião magna e soberana do SCP, sem saber o local onde esta se irá realizar?
Ou fui eu que perdi aqui algum pormenor...?
segunda-feira, 22 de maio de 2006
A Selecção
Neste tempo de entrada na silly season o país anda morno. As atenções dos que se interessam pelas coisas do futebol estão centradas no desempenho das selecções, enquanto Soares Franco se prepara para, na próxima AG, garantir a possibilidade antes negada de dispor do pilim resultante da venda dos anéis do nosso clube.
Pois precisamente a propósito da composição do grupo de convocados para a selecção A, venho chamar a atenção para uma grande responsabilidade que cabe ao Presidente do Sporting. Não sei se já repararam, mas, a par de 1 jogador (Maniche) formado nas escolas do Benfica e de 3 nas do Porto (Bruno Vale, Ricardo Costa e Postiga) há 8 (sim, oito!) formados nas escolas do Sporting: Figo, Simão, Miguel, Nuno Valente, Caneira, Boa Morte, Hugo Viana e Ronaldo.
Esta abada que damos aos nossos rivais, deve de qualquer modo encher-nos de orgulho; mas de que é que nos vale? Sim, de que é que isto nos vale se só um deles (por empréstimo e sem garantias de que continue) é que tem jogado no clube? E se, além disso, continuamos de tal maneira tesos que temos de vender património?
Ora a formação de jogadores é que devia ser o grande negócio do Sporting. Mas não é continuar a fazê-lo nos moldes em que tem decorrido até aqui, em que vendemos os jogadores sem os rentabilizarmos no clube, assim continuando pobres e sem vitórias.
O que temos de exigir aos dirigentes eleitos – por mais que nos custe são eles os nossos dirigentes – é que seja esta a última vez que se recorre a receitas extraordinárias (a venda do património não desportivo, neste caso) para colmatar dificuldades financeiras. O próprio FSF prometeu a pés juntos que as coisas se iriam passar assim: com o bago resultante da venda, além de outros magníficos benefícios, iríamos poder vender os talentos só depois de estes terem amadurecido no clube.
Eu não me vou esquecer desta promessa!
Pois precisamente a propósito da composição do grupo de convocados para a selecção A, venho chamar a atenção para uma grande responsabilidade que cabe ao Presidente do Sporting. Não sei se já repararam, mas, a par de 1 jogador (Maniche) formado nas escolas do Benfica e de 3 nas do Porto (Bruno Vale, Ricardo Costa e Postiga) há 8 (sim, oito!) formados nas escolas do Sporting: Figo, Simão, Miguel, Nuno Valente, Caneira, Boa Morte, Hugo Viana e Ronaldo.
Esta abada que damos aos nossos rivais, deve de qualquer modo encher-nos de orgulho; mas de que é que nos vale? Sim, de que é que isto nos vale se só um deles (por empréstimo e sem garantias de que continue) é que tem jogado no clube? E se, além disso, continuamos de tal maneira tesos que temos de vender património?
Ora a formação de jogadores é que devia ser o grande negócio do Sporting. Mas não é continuar a fazê-lo nos moldes em que tem decorrido até aqui, em que vendemos os jogadores sem os rentabilizarmos no clube, assim continuando pobres e sem vitórias.
O que temos de exigir aos dirigentes eleitos – por mais que nos custe são eles os nossos dirigentes – é que seja esta a última vez que se recorre a receitas extraordinárias (a venda do património não desportivo, neste caso) para colmatar dificuldades financeiras. O próprio FSF prometeu a pés juntos que as coisas se iriam passar assim: com o bago resultante da venda, além de outros magníficos benefícios, iríamos poder vender os talentos só depois de estes terem amadurecido no clube.
Eu não me vou esquecer desta promessa!
quarta-feira, 17 de maio de 2006
Saudades any one?
Para quem já estiver com saudades do vídeo e do hino do Centenário que costuma passar nos intervalos da bola, aqui vai o link:
http://www.youtube.com/p.swf?video_id=FDVotBSZ4yw&eurl=&iurl=http%3A//static11.youtube.com/vi/FDVotBSZ4yw/2.jpg&t=OEgsToPDskJu0vIwPyEVGxSxt_Pob6LC
É só segui-lo e podem rever os vossos amigos Delfins com a amiga Valério e mais uma caterva de outros amigos e amigas.
Eu sei que pode não ser bem o vosso género musical mas eles estão bem vestidos e isso é o que mais importa na música hoje em dia...
http://www.youtube.com/p.swf?video_id=FDVotBSZ4yw&eurl=&iurl=http%3A//static11.youtube.com/vi/FDVotBSZ4yw/2.jpg&t=OEgsToPDskJu0vIwPyEVGxSxt_Pob6LC
É só segui-lo e podem rever os vossos amigos Delfins com a amiga Valério e mais uma caterva de outros amigos e amigas.
Eu sei que pode não ser bem o vosso género musical mas eles estão bem vestidos e isso é o que mais importa na música hoje em dia...
sexta-feira, 12 de maio de 2006
O Filipe, o Ricardo e o Pedro

Na impossibilidade de colocar a faixa de que falámos no final do jogo com o Braga, aqui fica a humilde fotomontagem.
Reconheça-se contudo alguma lucidez a Filipe Soares Franco; acabou de comunicar que o Sporting não renovará com Sá Pinto.
Triste fim de carreira para ele. Primeiro fez-se expulsar nos dois últimos jogos da sua vida (independentemente das más arbitragens de que fomos vítimas). Agora preferiu comunicar ao País através da comunicação social a sua disponibilidade para jogar mais um ano em vez de o fazer no local devido e às pessoas interessadas. Expôs-se ao ridículo de anunciar a sua vontade de jogar e ver essa possibilidade negada em público por quem deveria ter sido informado primeiro e não sujeito a pressões.
Termina a carreira com dois cartões vermelhos e uma humilhação pública auto-infligida.
Ou é azar ou já tinha idade para ter juízo.
E já agora saúdo daqui o regresso pela porta grande do MEU CAPITÃO.
Querido Pedro Barbosa, eu tinha muitas saudades tuas mas fui-te vendo por Alvalade e sabia que um dia voltarias ao serviço do nosso Clube.
Não te desejo um bom regresso porque em bom rigor para mim nunca tinhas saído.
Quando e que começa o Campeonato outra vez???
terça-feira, 2 de maio de 2006
Venha o futuro, apesar de tudo...
Caros companheiros de bancada,
A vida não se afigura fácil mas como eu sou um optimista inveterado, não há nada que me deite assim tanto abaixo. (exceptuando o golo do Coisão a 8 minutos do fim do jogo na luz no ano passado que ainda me atrapalha o apetite e o sono mas tenho que aprender a viver com isso).
O resultado das eleições foi para mim absolutamente esperado. Fui votar por mero dever cívico às 21:59 consciente de que apenas atenuaria o unanimismo e isso mesmo comentei com o Master após ter colocado o boletim na urna.
Espero que o termo se resuma a uma mera coincidência e que o facto de 75% dos associados terem votado em FSF colocando resmas de boletins em “urnas” não signifique o enterro do clube.
Como vos disse, sou um optimista e creio que os cenários mais pessimistas Não Passarão.
Não sinto sequer que tenha votado Bem porque a convicção era escassa.
A ideia de que o passivo se combate elevando o número de sócios para os 150.000 como se isso se fizesse por Acto Administrativo ou “apostando em África” demonstra bem a fragilidade e inconsistência das propostas apresentadas pela oposição.
E por outro lado, muitos dos opositores estavam afinal apenas interessados nuns minutos de exposição mediática: Dias Ferreira passou de opositor a mendigo de umas migalhas do poder e de um lugarzito qualquer; João Rocha passou de adversário feroz disposto a apoiar terceiros ou mesmo a avançar em caso de deserto de alternativas para uma posição de total passividade em que nem apoiou ninguém nem criou ou apontou alternativas (parece que tudo não passou de uma tentativa de ajuste de contas pessoais entre ele e Roquette, com acusações graves, ameaças de tribunais e todo um carrossel de poucas dignidades).
Jorge Gonçalves passeou o seu bigode vip como se memória não houvesse e como se de um colunável se tratasse, sempre com direito a uns segundos de transmissão na tv, e passamos a ter um Espírito Santo como vice-presidente do Conselho Fiscal (elucidativo, não?).
Enfim, resta-nos a esperança de que melhores dias virão e de nos compete a todos estar vigilantes para que os caminhos a seguir não afastem ainda mais o clube de quem o ama.
Nesse sentido, a decisão do nosso Master de não ficar a jogar por fora saúda-se e agradece-se.
A equipa escolhida para o futebol profissional não é amadora e já demonstrou poder aproveitar oportunidades e a época futebolística pode de alguma forma salvar-se com a entrada directa na Champions.
O Liedson pode ainda passar o Coiso Gomes na lista de melhores marcadores o que também não é despiciendo.
Quando era mais novo, assisti a muitos jogos de última jornada em que ficávamos em terceiro e mesmo assim a Juve invadia o campo e fazia a festa. Porque o futebol tem que ser sempre festa.
Se desta vez ficarmos em segundo à frente dos coisos e com os dois pés na Champions, acho que nos podemos e devemos oferecer um bife à antiga, com dois litros de molho de manteiga a pingar numa cervejaria qualquer (isto depois da inevitável cervejola no Espírito Santo da Beira Alta).
Porque o Sporting será sempre festa, e porque os amigos serão sempre uma festa.
Por causa dos amigos temos que papar uns casamentos, uns baptizados, umas despedidas de solteiro, mas volta e meia aparece um funeral na agenda; é o preço a pagar e não é por causa disso que vamos deixar de ter amigos só para não correr o risco de uma desilusão.
A mesma ideia me ocorre com o Sporting; vejo o clube como parte da minha família e não fugirei a nenhuma das suas liturgias, das mais alegres às mais tristonhas.
Vê-mo-nos na matinée de domingo, com sol e tudo. O futuro é tão brilhante que no próximo domingo até vamos à bola de óculos escuros, eh eh
Viva o Sporting!
P.S. para quem estiver interessado está à venda um Lugar de Leão perto de mim, no sector A1, fila 11, cadeira 1. Contactem o Marco Gomes para o 919.569.488.
Mesmo que não queiram para vós podem sempre espalhar a notícia; podem ajudar alguém a arranjar um Lugar de Leão e ajudam seguramente o Marco.
A vida não se afigura fácil mas como eu sou um optimista inveterado, não há nada que me deite assim tanto abaixo. (exceptuando o golo do Coisão a 8 minutos do fim do jogo na luz no ano passado que ainda me atrapalha o apetite e o sono mas tenho que aprender a viver com isso).
O resultado das eleições foi para mim absolutamente esperado. Fui votar por mero dever cívico às 21:59 consciente de que apenas atenuaria o unanimismo e isso mesmo comentei com o Master após ter colocado o boletim na urna.
Espero que o termo se resuma a uma mera coincidência e que o facto de 75% dos associados terem votado em FSF colocando resmas de boletins em “urnas” não signifique o enterro do clube.
Como vos disse, sou um optimista e creio que os cenários mais pessimistas Não Passarão.
Não sinto sequer que tenha votado Bem porque a convicção era escassa.
A ideia de que o passivo se combate elevando o número de sócios para os 150.000 como se isso se fizesse por Acto Administrativo ou “apostando em África” demonstra bem a fragilidade e inconsistência das propostas apresentadas pela oposição.
E por outro lado, muitos dos opositores estavam afinal apenas interessados nuns minutos de exposição mediática: Dias Ferreira passou de opositor a mendigo de umas migalhas do poder e de um lugarzito qualquer; João Rocha passou de adversário feroz disposto a apoiar terceiros ou mesmo a avançar em caso de deserto de alternativas para uma posição de total passividade em que nem apoiou ninguém nem criou ou apontou alternativas (parece que tudo não passou de uma tentativa de ajuste de contas pessoais entre ele e Roquette, com acusações graves, ameaças de tribunais e todo um carrossel de poucas dignidades).
Jorge Gonçalves passeou o seu bigode vip como se memória não houvesse e como se de um colunável se tratasse, sempre com direito a uns segundos de transmissão na tv, e passamos a ter um Espírito Santo como vice-presidente do Conselho Fiscal (elucidativo, não?).
Enfim, resta-nos a esperança de que melhores dias virão e de nos compete a todos estar vigilantes para que os caminhos a seguir não afastem ainda mais o clube de quem o ama.
Nesse sentido, a decisão do nosso Master de não ficar a jogar por fora saúda-se e agradece-se.
A equipa escolhida para o futebol profissional não é amadora e já demonstrou poder aproveitar oportunidades e a época futebolística pode de alguma forma salvar-se com a entrada directa na Champions.
O Liedson pode ainda passar o Coiso Gomes na lista de melhores marcadores o que também não é despiciendo.
Quando era mais novo, assisti a muitos jogos de última jornada em que ficávamos em terceiro e mesmo assim a Juve invadia o campo e fazia a festa. Porque o futebol tem que ser sempre festa.
Se desta vez ficarmos em segundo à frente dos coisos e com os dois pés na Champions, acho que nos podemos e devemos oferecer um bife à antiga, com dois litros de molho de manteiga a pingar numa cervejaria qualquer (isto depois da inevitável cervejola no Espírito Santo da Beira Alta).
Porque o Sporting será sempre festa, e porque os amigos serão sempre uma festa.
Por causa dos amigos temos que papar uns casamentos, uns baptizados, umas despedidas de solteiro, mas volta e meia aparece um funeral na agenda; é o preço a pagar e não é por causa disso que vamos deixar de ter amigos só para não correr o risco de uma desilusão.
A mesma ideia me ocorre com o Sporting; vejo o clube como parte da minha família e não fugirei a nenhuma das suas liturgias, das mais alegres às mais tristonhas.
Vê-mo-nos na matinée de domingo, com sol e tudo. O futuro é tão brilhante que no próximo domingo até vamos à bola de óculos escuros, eh eh
Viva o Sporting!
P.S. para quem estiver interessado está à venda um Lugar de Leão perto de mim, no sector A1, fila 11, cadeira 1. Contactem o Marco Gomes para o 919.569.488.
Mesmo que não queiram para vós podem sempre espalhar a notícia; podem ajudar alguém a arranjar um Lugar de Leão e ajudam seguramente o Marco.
segunda-feira, 1 de maio de 2006
Master King
O nosso Master King decidiu abandonar o blog que animou com tanto empenho.
O Blog nasceu da festa de irmos todos juntos ao futebol. Tínhamos lugar juntos mo velho estádio, fomos comprar lugar juntos para o novo estádio. Comprámos lugares juntos para a final da UEFA. O Blog era a extensão natural dessa relação em torno do Sporting. Até pensávamos que não havia nenhum assim….
Depois, como tudo, a coisa foi crescendo. Verificámos que há muitos blogs de sportinguistas, uns que gostamos outros que nem tanto. A meio desse caminho descobrimos que nem todos vivemos o clube da mesma maneira, mas isso não tinha importância, continuávamos a gostar de estar juntos na bola. Veio depois a loucura dos preços e alguns a não poderem ir sempre aos jogos – hoje ir ao futebol já não é o mesmo sem todos vocês – e depois dessa loucura a merda onde nos encontramos enquanto clube.
Parece-me claro que chegou ao fim um ciclo. Já não vamos todos à bola, o blog evoluiu para as questões da gestão do Sporting e não sabemos como vai ser a próxima época.
Como tudo tem que ter um fim, para mim não será grave se considerarmos que o blog já não faz sentido.
Viva o Sporting como sempre o conhecemos.
O Blog nasceu da festa de irmos todos juntos ao futebol. Tínhamos lugar juntos mo velho estádio, fomos comprar lugar juntos para o novo estádio. Comprámos lugares juntos para a final da UEFA. O Blog era a extensão natural dessa relação em torno do Sporting. Até pensávamos que não havia nenhum assim….
Depois, como tudo, a coisa foi crescendo. Verificámos que há muitos blogs de sportinguistas, uns que gostamos outros que nem tanto. A meio desse caminho descobrimos que nem todos vivemos o clube da mesma maneira, mas isso não tinha importância, continuávamos a gostar de estar juntos na bola. Veio depois a loucura dos preços e alguns a não poderem ir sempre aos jogos – hoje ir ao futebol já não é o mesmo sem todos vocês – e depois dessa loucura a merda onde nos encontramos enquanto clube.
Parece-me claro que chegou ao fim um ciclo. Já não vamos todos à bola, o blog evoluiu para as questões da gestão do Sporting e não sabemos como vai ser a próxima época.
Como tudo tem que ter um fim, para mim não será grave se considerarmos que o blog já não faz sentido.
Viva o Sporting como sempre o conhecemos.
sexta-feira, 28 de abril de 2006
quinta-feira, 27 de abril de 2006
Até morrer!

Amanhã vou votar pelo Sporting em que acredito. Nada me fará vacilar.
Numa troca de comentários a um post anterior tive oportunidade de explicar aos amigos que por aqui vão deixando os seus generosos comentários que serei do Sporting até morrer.
Resta saber de que Sporting...
Deste que nos querem impor, à lei da rolha, cheio de fidalgotes de meia cura, de jet set a cheirar a ETAR e de pistoleiros sem princípios, gente para quem a palavra "nobreza" não passa de uma estratégia de marketing, ou do GRANDE SPORTING, puro, em que acredito, que sempre me fez e faz vibrar.
O caminho para chegar ao Sporting em que acredito não tem entradas secretas. Mas haverá, seguramente, uma saída se vier a chegar à conclusão que a grandeza do Sporting passou a ser uma categoria apenas disponível nos terminais de multibanco...
Reduzida à condição de transferência bancária, a minha participação nesta bagunçada precisa apenas de um simples "anular da operação" para terminar ...
Tenho, temos, essa prerrogativa. Vamos então a votos e depois veremos.
quarta-feira, 26 de abril de 2006
Velhos hábitos...
Depois de uma série de posts com propostas construtivas, designadamente uma "Moção de Estratégia" que contém uma análise interessante sobre orientações possíveis para a gestão do SCP, depois de tudo isto, o blog Ofensiva 1906 decidiu brindar os seus leitores com a publicação do número de telefone do árbitro António Resende.
Não é a primeira vez que isto acontece na blogosfera e tal atitude não mereceria mais do que o esquecimento, não fora o facto de, precisamente, ontem os ter citado a propósito do FCUM.
Nada (NADA!) me identifica com este movimento e, pessoalmente, repudio totalmente este tipo de "liberdades de expressão".
End of story...
Não é a primeira vez que isto acontece na blogosfera e tal atitude não mereceria mais do que o esquecimento, não fora o facto de, precisamente, ontem os ter citado a propósito do FCUM.
Nada (NADA!) me identifica com este movimento e, pessoalmente, repudio totalmente este tipo de "liberdades de expressão".
End of story...
terça-feira, 25 de abril de 2006
Our Club, our Rules!

Não sei como interpretar exactamente o teor deste post do blog Ofensiva 1906, do qual tomo a liberdade de "picar" as fotos. O post cita um outro do blog Terceiro Anel, de autoria de João Nuno Coelho.
Digo que não sei "intepretar exactamente" este post do Ofensiva 1906 porque se, por uma lado, não se trata com certeza de um post inocente, fico sem perceber o que ele preconiza.
Vejamos então...
Se pretende reafirmar a vontade dos Sportinguistas de não assistirem a ingerências exteriores no nosso Sporting, subscrevo-o, sem hesitações. Our Club, our Rules indeed!
Se, por outro lado, quer dizer que, às vezes, já não há pachorra para este Sporting (o Alex falava nestes termos há dias e eu sinto exactamente o mesmo) e que a minha vontade, frequentemente, era a de ajudar a construir um outro Sporting, mais livre, mais consentâneo com os seus valores de origem, mais democrático, mais vencedor, mesmo que a vitória seja difícil de alcançar, mais sincero e menos dado a epifenómenos que nada têm a ver com o desporto, também o subscrevo sem hesitações!
Em suma, a metáfora do FC Manchester United of Manchester (FCUM) parece-me, também a mim, apropriada.
E digo mais: estou preparado para dar o meu contributo no sentido de mostrar (se chegar a ser caso disso), inequivocamente, que o Sporting existe onde existirem os verdadeiros Sportinguistas! Aliás o SCP começou assim e a história pode voltar a repetir-se...
segunda-feira, 24 de abril de 2006
Pecado: estais a invocar o nome do Sporting em vão...
Há para aí uns "virtuosos", campeões do Sportinguismo, que decidiram que a melhor via para salvar o Sporting é dar-lhe mais uma colherada do remédio que o colocou neste lindo estado actual.
Enchem os seus blogs com toneladas de justificações, dir-se-ia, pré-formatadas para servir a sua decisão. São argumentos totalmente absurdos. Entre outros, invocam, uns, o argumento da falta de força da pretensa minoria que votou contra o plano de liquidação total da existência que FSF mais os seus buddies impuseram como uma inevitabilidade. São 35%, coitados. Ou seja: não interessa discutir a substância das suas razões. São minoria e, com razões válidas ou sem elas, não deveriam sequer expressar os seus argumentos. Ora aí está a democracia Sportinguista na sua forma mais exuberante.
Enquanto isso, outros refugiam-se numa alternativa ao argumento anterior: a alegada falta de credibilidade das candidaturas alternativas. Para estes parece quase uma afronta haver alternativas ao Pipinho.
O que estes jeitosos não conseguem explicar, porém, é onde está a credibilidade da candidatura situacionista. A credibilidade da "proposta" que nos foi apresentada com o "coração" funda-se, justamente, nos mesmos agentes (dirigentes, parceiros económicos, receitas de gestão) que tornaram a presente situação insustentável. Que credibilidade pode pois ser esta e que resultado poderá isto tudo dar?
Façam-nos um favor: não nos insultem e não nos dêem música!
E, sobretudo, não o façam em nome do Sporting e dos interesses do Sporting. É abuso.
Enchem os seus blogs com toneladas de justificações, dir-se-ia, pré-formatadas para servir a sua decisão. São argumentos totalmente absurdos. Entre outros, invocam, uns, o argumento da falta de força da pretensa minoria que votou contra o plano de liquidação total da existência que FSF mais os seus buddies impuseram como uma inevitabilidade. São 35%, coitados. Ou seja: não interessa discutir a substância das suas razões. São minoria e, com razões válidas ou sem elas, não deveriam sequer expressar os seus argumentos. Ora aí está a democracia Sportinguista na sua forma mais exuberante.
Enquanto isso, outros refugiam-se numa alternativa ao argumento anterior: a alegada falta de credibilidade das candidaturas alternativas. Para estes parece quase uma afronta haver alternativas ao Pipinho.
O que estes jeitosos não conseguem explicar, porém, é onde está a credibilidade da candidatura situacionista. A credibilidade da "proposta" que nos foi apresentada com o "coração" funda-se, justamente, nos mesmos agentes (dirigentes, parceiros económicos, receitas de gestão) que tornaram a presente situação insustentável. Que credibilidade pode pois ser esta e que resultado poderá isto tudo dar?
Façam-nos um favor: não nos insultem e não nos dêem música!
E, sobretudo, não o façam em nome do Sporting e dos interesses do Sporting. É abuso.
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